E damos adeus ao mês de Agosto com a chegada iminente de Setembro. Fala sério, o ano está mesmo passando rápido, gente. Mas, enfim, como de costume, vamos à mais um resumo mensal para falar o (pouco) que rolou no blog e fora dele esse mês. Confiram a seguir! ;)

Pra variar dos meses anteriores, tivemos uma verdadeira mudança de papéis no quesito de doramas assistidos e livros lidos. A começar pelos doramas, que em Agosto, por uma série de fatores pessoais, não conseguiram me prender no mesmo ritmo que nos meses anteriores e acabei apenas ou começando ou continuando os que já estavam na minha grade. Dentre eles, o único terminado foi o mini-drama Momo Salon, que encontrei por acaso na Netflix. Por ser apenas 6 episódios e com uma premissa bem leve, acabei assistindo para distrair e foi interessante, mas infelizmente apenas isso, já que a baixa duração dos episódios, com menos de 10 minutos, não permite explorar ou se envolver com o dorama, mas, enfim...

Mais um mês chegando ao fim, mais um resumo na área! Dessa vez com um mês visivelmente mais agitado aqui no blog e quase até fora dele, em comparação ao de Junho. Com muitas dramas na área e uma baixa nas leituras de novo - fazer o que? -, vamos conferir tudo o que rolou em Julho de 2017?

Começando pela questão de ter lido apenas um único livro esse mês, porque sim, ainda estou com aquela baixa de leitura e a vontade de ler também está mais ou menos, mas espero que isso passe em Agosto. 

Por hora, porém, fiquemos com a leitura de Tudo e Todas as Coisas, da Nicola Yoon, numa edição de relançamento baseada na adaptação que saiu esse ano. A minha intenção inicial era começar a ler a autora por O Sol Também é uma Estrela, mas acabei começando a leitura desse outro despretensiosamente e percebi-me bem presa à história já nas primeiras páginas, então segui com ela e até que me surpreendi bastante, por mais que o livro não tenha sido tudo que eu esperava e tenha tido uns pontos aqui e ali que me deixaram com um pé atrás, mas foi uma boa leitura para esse mês, e logo mais espero trazer resenha para vocês aqui no blog.

Parece até mentira, mas Junho já está chegando ao fim e mais um resumo mensal está na área! Seguindo esse novo modelo de postagem no último dia de cada mês, bora conferir o que rolou dentro e fora do blog essas semanas? ;)


Como está virando costume agora, foram vários os dramas que assisti nesse mês de Junho! Deixando os mini-dramas de fora para falar em um post futuro por aqui, esses quatro acima foram dramas inteiros que acompanhei. Tudo bem que, na verdade, Personal Taste eu apenas terminei em Junho, porque já havia começado em Maio. Uma gracinha de drama, muito divertido e o primeiro que vi com o Lee Min Ho!

Mês de Maio chegou ao fim, e eu volto a ressaltar o quanto 2017 está correndo, rs. E assim como no mês de Abril, passou-se mais um mês com muitos drama coreanos sobre os quais comentar aqui com vocês - porque é basicamente o que estou assistindo atualmente. Bora conferir tudo o que rolou dentro e fora do blog em Maio? ;)

Já começo o post dizendo que, infelizmente, o ritmo de leitura que decaiu em Abril persistiu no mês de Maio e acabei não lendo nada, sério mesmo. Sigo tentando terminar os começados em Abril, mas além do avançar de algumas poucas páginas, nada foi realmente concluído. Espero que em Junho essa fase passe de uma vez; por outro lado, a escrita está fluindo, e enquanto as leituras não andam em paralelo, podem ter certeza de que, como iniciado em Abril, continuei vendo muitos k-dramas em Maio.

Mês de Abril se foi e Maio está na área, mas antes de iniciarmos os posts do mês, como de costume, vamos ao particularmente querido (meu, pelo menos, rs) resumo mensal para relembrar um pouco do que teve no blog nesse mês que passou e o que eu andei lendo e assistindo. ;)

Já tinha um tempo que filmes não estavam mais me cativante tanto, então deixei-os de lado esse mês para dar uma chance de conhecer os famosos doramas que tantos amam, e apesar de ter recebido algumas indicações antes, o primeiro que de fato me prendeu foi Itazura na Kiss - Love in Tokyo, que já virou meu amorzinho!

É baseado em um mangá japonês de mesmo nome, muitíssimo famoso e com diversas adaptações em dramas asiáticos em geral, sendo essa versão japonesa o único que conferi dentre elas e já meu favorito! O romance de Kotoko e Naoki começa de forma tão inusitada, ela sempre indo atrás dele, e ele, por mais que tente ignorá-la, eventualmente se vê encantado pela garota. Muita comédia e suspiros garantidos durante esse dorama, e o qual espero trazer um post do Cinemmy especialmente para falar só dele em breve, aguardem!

Mês de Abril na área, hora de dar adeus à Março! E como de costume mensal, dessa vez saindo com mais pontualidade do que os anteriores dessa coluna, vamos ao Resumo Mensal do mês que passou, conferindo um pouco de tudo que eu assisti, que eu li e que rolou aqui no blog! ;)

Começando pelo o que eu assisti, o mês de Março não foi muito agitado no quesito de filmes para mim, acabei assistindo apenas séries, dentre as quais a primeira foi a série animada da Netflix, Dragons: Race to The Edge, baseada no filme original da Dreamworks Como Treinar o Seu Dragão, um dos meus xodós no quesito filmes de animação, inclusive. Sim, já faz muito tempo que essa série entrou no catálogo do site e eu até cheguei a ver os primeiros episódios na época, mas acabei esquecendo-a por algum motivo e, por não lembrar muito mais do início, voltei a vê-la esse mês desde o começo, aproveitando que a quarta temporada estreou nesse início de ano e, portanto, já posso finalizá-la mais rapidamente, acredito. Não tem muito o que dizer dela que não sendo divertida e instigante assim como o filme, com um elenco de personagens tão legais e enérgicos, mais os dragões tão cheios de personalidade quanto seus respectivos donos, que não dá para não reparar. Darei continuidade aos demais episódios e mais para frente, quem sabe, faço uma resenha da série por aqui também.

Mais um mês que passa e mais um post da coluna de resumo mensal para vocês! Para um mês curtinho que Fevereiro costuma ser, até que foi um mês igualmente produtivo como Janeiro, ainda que não tanto no quesito leituras como no anterior, mas realmente bem aproveitado. 

Começando pelos filmes vistos esse mês, como de costume, não foram tantos, mas até que comecei o mês assistindo algo bem leve e divertido que é Nanny McPhee: A Babá Encantada. Antigo, eu sei - e nem dá para acreditar ainda que o Thomas Sangster continua quase com a mesma carinha de bebê mesmo tendo se passado mais de dez anos desde sua produção, fala sério, que DNA da juventude é esse? -, mas não costumava ser muito o estilo de filme que me chamava a atenção, até que me vi de bobeira certa noite e comecei a vê-lo na Netflix, fazendo uma pausa e terminando no dia seguinte com uma opinião bem satisfatória até. Bem a cara da Sessão da Tarde, mas gostosinho de ver como uma babá tão excêntrica como a McPhee consegue colocar todas as crianças na linha antes que elas próprias percebam isso.


Já próximo ao fim do mês, também disponível na Netflix - então a forma mais fácil e prática de se ver filme, basicamente -, ainda assisti A Teoria de Tudo, que já me deixava curiosa desde seu lançamento. Ainda que não acredite realmente em todas essas questões mais aprofundadas de física e teorias do universo e tal, uma vez que acredito na origem do universo como sendo apenas obra de Deus, a produção em si da biografia do físico Stephen Hawking é muito bem feita, que rendeu prêmios mais que merecidos à Eddie Redmayne por uma atuação tão incrível e realista no papel de Hawking.

Hey, hey, mês de Fevereiro na área! Primeiro mês de 2017 passou rápido, hein? E, bem, como não podia deixar de ser, início de mês significa resumo mensal fresquinho de tudo o que rolou por aqui no mês anterior. Bora conferir o saldo de Janeiro?

No quesito filmes não foi um mês muito produtivo. Apesar da leve impressão que tenho sobre estar esquecendo de algum filme para comentar aqui hoje - que não foi anotado em lugar algum, sorry -, no geral, foi um mês escasso para filmes. Dei continuidade a mais alguns episódios de Caçadores de Trolls, já falado no resumo de Dezembro, e por pura curiosidade, pulei alguns episódios e temporadas de Black Mirror para conferir o tão comentado primeiro episódio da terceira temporada, intitulado Queda Livre e FALA SÉRIO! Ainda não havia parado para ver a série, mas mesmo que eu não tenha me interessado tanto pelos demais, esse episódio em particular me chamou a atenção justamente pela discussão sobre a dependência do status nas redes sociais na era digital e o quão perigoso isso pode ser em níveis extremos. Muito bom mesmo o episódio. 

Além desses poucos episódios gerais, também parei para conferir o filme Divergente, então adaptação da distopia homônima de Veronica Roth. O filme fez um grande burburinho logo que foi lançado, e comparado ao primeiro filmes de Jogos Vorazes - o qual assisti já tem muito tempo, então não cheguei a comentar aqui sobre, mas, enfim -, curti bem mais o Divergente do que o anterior, mas, enfim. Comecei a assisti-lo de forma despretensiosa, e por mais longo que o filme seja, diferente do que estou acostumada, gostei da adaptação, ainda que não possa falar sobre em relação ao livro já que não o li, e, na verdade, nem pretendo, mas havia sido adicionado no Netflix e acabei por conferir. 

E voltamos com a coluna de resumo mensal! Não sei se vocês repararam, mas não tivemos o resumo de Novembro no ano passado, simplesmente porque não havia posts ou leituras sobre os quais falar, eu tinha estado ausente do blog naquele mês, afinal. Felizmente, retornamos com a coluna agora e trago alguns filmes e várias leituras para comentar com vocês! Bora conferir?


Até que eu assisti bastante em Dezembro, por assim dizer, e tudo via Netflix, rs. Começando com Viagem 2: A Ilha Misteriosa, sequência do meu queridinho Viagem ao Centro da Terra. Foi uma sequência ok, que eu sinceramente esperava um pouco mais, as coisas se desenrolaram um pouco rápido demais ao meu ver, mas foi um filme divertido, ainda que não tanto quanto o primeiro, de 2008. Em seguida, Oddball foi a escolha da minha mãe para vermos em família e, puxa, que filme mais fofo! Não é tudo isso, mas o Oddball é uma gracinha de cachorro e os pinguins são um amorzinho! O enredo em si também é bem legal, toda a questão da proteção do santuário dos pinguins, e mais legal ainda saber que é baseado numa história real.

Pela lógica, esse deveria ter sido o primeiro post de Outubro, antes do anúncio anterior de parceria, mas alguns contratempos de saúde me fizeram terminá-lo tardiamente, então está saindo hoje, mas antes tarde do que nunca, hehe. Falaremos um pouco, como de costume, sobre um pouco do meu mês de Setembro, que foi particularmente ainda mais produtivo que Agosto, e me rendeu alguns bons filmes a serem indicados e, claro, muitas leituras, felizmente! Sim'bora conferi-los a seguir? ;)

A começar pelos filmes temos dois filmes gospel na lista, que são Dinheiro Não é Tudo e Milagres do Paraíso. Foi uma sessão dupla de cinema em que vimos ambos seguidos na mesma noite, e certamente foram histórias que provocaram emoções e opiniões bem distintas entre eu e a minha família. O primeiro, também conhecido no Inglês como God's Country, por abordar essa temática de que o dinheiro não é o mais importante na vida, ao focar na história de uma mulher realizada profissionalmente que tem como nova missão na imobiliária em que trabalha de conseguir que o dono de um retiro cristão venda seu terreno já endividado para sua própria empresa, só que ela acaba aprendendo algumas poucas e boas em meio a semana que passa no campo e conhece outras realidades e motivações diferentes das dela. Um filme divertido e certamente com uma ótima mensagem, bom para toda a família. O segundo, por sua vez, também conhecido como Miracles from Heaven, já segue com resenha aqui no blog na coluna Cinemmy, mas para quem ainda não o conferiu, já fica a minha recomendação aqui também de mais uma história tocante e emocionante sobre superação e fé. 

E estamos de volta com os resumos mensais, após uma temporada sem eles devido aos já explicados problemas de saúde pelos quais passei em Junho e Julho, mas, enfim, graças a Deus já estou retomando o blog como antes e eis o resumo do mês que se passou! De repente teríamos um post particularmente não tão recheado quanto os primeiros dessa coluna, então decidi incluir, antes das indicações de Agosto propriamente, algumas indicações de Junho e Julho de forma bem breve também. Vamos lá? ;)

Começando, então, pelo o que vi em Junho/Julho, eu enfim consegui assistir a Zootopia e, gente, como eu gostei desse filme! Com um enredo todo caprichado representado por animais e retratando alguns temas bem atuais e humanos como a presença da mulher na sociedade, o preconceito com determinados grupos e assim por diante, esse filme me cativou demais juntamente com um elenco de personagens tão cheios de personalidade e carisma! Recomendo muito que o vejam, caso ainda não o tenham feito.

Também vi, por volta de Julho, se não me engano, o documentário Living On One Dollar, que conta as aventuras de dois jovens cineastas e empresários mais uma pequena equipe de dois câmeras vivendo em um povoado extremamente humilde da Guatemala onde seus moradores sobrevivem diariamente com cerca de um único dólar por dia, e relatam suas dificuldades passadas na comunidade, fazendo amizade com outras famílias humildes e compartilhando suas histórias e realidades. Eu assisti pelo Netflix e legendado, e é uma indicação que faço particularmente para quem gosta de saber e conhecer um pouco sobre outras vivências e reparar que, no fim das contas, muitos de nós reclamamos de barriga cheia se comparado com essas realidades tão densas.

Já passa da primeira semana de Junho porque, sim, por muito pouco não esqueci do Resumo Mensal de Maio, mas cá estou eu para colocá-lo em dia, com novas indicações por entre o que eu assisti e o que eu li nesse mês que passou. Bora conferir?

Começando com o que eu assisti no mês, a verdade é que foram alguns vários filmes, muitos deles vistos em família, e por eles fazerem parte mais ou menos do mesmo estilo, espero trazê-los para indicação em um post especial no futuro.

Assim, prossigamos com os filmes, ou melhor dizendo, documentários, mais inusitados que vi no mês. Em mais uma de minhas andanças pela Netflix, dei de cara com Atari: Game Over, cuja sinopse contava um pouco da situação real vivida pela famosa empresa de jogos dos anos 70 e 80 que passou por uma grande turbulência financeira após o fracasso de vendas que foi o game do filme recém-lançado de Spielberg naquela década, O E. T.. Por mais que não tenha sequer visto o filme, eu já conhecia os jogos da Atari de longe em citações e lembranças da minha mãe, então fiquei curiosa com a história dos cartuchos supostamente enterrados em um terreno baldio para serem esquecidos. Não é um documentário dinâmico ou mesmo intenso, mas é interessante para quem um dia conheceu ou gostaria de ter conhecido sobre os jogos da época, e quão grande continua sendo seu impacto nos jogadores mais velhos de hoje em dia. Recomendo para quem gosta do assunto!

Mês de Maio na área e chegamos com o resumo do que rolou em Abril aqui no blog. Foi um mês visivelmente complicado em termos de saúde, como já explicado no post anterior a este, mas justamente por ter me ausentado um pouco acabei assistindo e lendo algumas coisas bem legais que, mesmo sendo poucas, estou ansiosa por compartilhar com vocês, então vamos ao resumo de Abril!

No quesito filmes cheguei a assistir alguns em família que, no entanto, não lembro muito bem os nomes agora e nem foram tão marcantes a ponto de serem citados, então esses eu vou deixar passar. Através do Netflix, porém, em mais uma de minhas andanças no aplicativo, descobri que Se Eu Ficar havia entrado no catálogo e acabei por assisti-lo.

A adaptação do livro de Gayle Forman sobre uma violoncelista que encara a si própria fora do próprio corpo enquanto segue em coma no hospital após um acidente no carro onde estava com os pais já vinha me deixando curiosa por conferir eu mesma o enredo, e por mais que não tenha me envolvido tanto por entre muitas das lembranças da personagem e nem mesmo com o romance proposto na história, gostei do filme e mesmo não tendo lido o livro acredito que tenha feito um bom jus à obra literária. O final particularmente foi o mais intenso possível, arrancando-me lágrimas de uma forma frenética que eu realmente não esperava, o que me fez envolver com a história já no seu desfecho, deixando uma impressão final bem positiva. Recomendo para quem não viu ainda, com suas boas doses de drama, romance e, claro, temas familiares também.

Dando continuidade ao novo quadro mensal do blog, vamos ao resumo de um pouco de tudo que rolou no mês de Março, seja nos livros, filmes, séries, enfim... Sim'bora conferir o que teve de novo dessa vez? ;)

Começando pelos filmes, o primeiro visto no mês, mais especificamente um documentário, foi um dos indicados ao Oscar 2016 de Melhor Documentário, The Hunting Ground, disponível na Netflix, que aborda a realidade opressora e machista por dentro do campus de diversas universidades americanas que apresentam, anualmente, diversos casos de estupros que, no entanto, não vão à mídia. É um documentário chocante que requer algumas pausas para ser visto com calma, mas é muito bom ainda assim por exibir uma situação que muitos já vinham tentando omitir há tempos, ao mesmo tempo em que ficamos angustiados com os relatos das vítimas, mas, também, orgulhosos de vê-los, principalmente as garotas, tomando a iniciativa e unindo-se umas as outras para clamarem por seus direitos e liberdade.

Em seguida, em uma única noite vi A Fera, também disponível no Netflix. Foi legalzinho, mais ou menos eu já sabia que o filme não era grande coisa, mas até que esperava me envolver um pouco mais ou pelo menos ser convencida do romance do enredo, o que não aconteceu, mas, enfim, fazer o que?

O grande destaque do mês ficou por conta de Quarto de Guerra (War Room), um filme gospel ainda lançado em 2015 que só recentemente eu e minha família tomamos conhecimento e resolvemos assistir. É um filme lindo que prega sobre o poder da oração e aproximar-se de verdade de Deus, que resultou em grandes emoções e consequentemente muitas lágrimas no decorrer do filme. Recomendo sem dúvida alguma, seja você cristão ou não!

Já faz algum tempo que queria dar início a esses posts de resumo mensal, e aproveitando a deixa de que no mês de Fevereiro consegui reunir, ainda que de forma despretensiosa, algumas coisas legais para comentar por aqui, damos início, hoje, à essa coluna mensal que pretendo trazer cada vez mais recheada de indicações diversas, desde livros, contos, músicas, filmes, apps, jogos... enfim, tudo que eu tiver para comentar com vocês, e logo a seguir vocês já conferem um pouco do que eu li e assisti esse mês. Bora conferir?

Para começar, um dos marcos do mês, curiosamente no quesito de séries, que não é algo que eu costume acompanhar com frequência - diferentemente de minha mãe, que assiste várias ao mesmo tempo, rs -, eis que temos um 'achado' entre o novo catálogo da Netflix, acredito que de Janeiro ou de Fevereiro desse ano mesmo, se eu não estiver errada.

De qualquer forma, Heartland foi uma série que captou a atenção da minha mãe, e logo que ela gostou e pôs para toda a família aqui em casa assistir, desde então acompanhamos as aventuras e conflitos diversos dos Fleming e Bartlett enquanto regem o rancho de cavalos de nome homônimo. De forma despretensiosa, por entre uma média de cinco à oito episódios por noite, já estamos na quarta temporada, com a feliz notícia de que a quinta e a sexta já foram adicionadas ao catálogo ainda nesse final de Fevereiro. Logo mais pretendo trazer um post mais especial só falando da série, mas, no geral, desde os conflitos com os cavalos até os dramas mais familiares e pessoais por entre os personagens, é uma série que definitivamente se destacou e cativou todo mundo aqui em casa.